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São Paulo, 27 de Novembro de 2014
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SEGURANÇA
Vícios e falta de transparência na gestão
26/11/2014 09:03:19
Por: da Redação


     Sócio-diretor de uma empresa de auditoria e consultoria, Julian Clemente (foto) disse que o segmento de condomínios representa em torno de 4% da demanda. O empresário acredita que a busca por um cenário profissional da gestão e de maior transparência vem substituindo certos vícios na prestação de contas duvidosas. No entanto, ele
Foto: Diogo Cruz (Arquivo)
Foto: Diogo Cruz (Arquivo)
Clemente defende busca por mais transparência
defendeu que essa solução vai além da detecção de possíveis fraudes ou desvios de dinheiro. Trata-se a seu ver, de uma ferramenta necessária para a gestão dos empreendimentos imobiliários.

Ainda conforme um dos donos da BDO Brasil, os condomínios devem ser tratados como uma empresa e para a maior transparência nas contas, é importante fazer varreduras periódicas nas finanças. “As queixas e insatisfações mais comuns passam a ter uma avaliação mais criteriosa e independente, baseada em conceitos adotados por grandes companhias e multinacionais. Esses profissionais assumem o controle de altas mensalidades, despesas com manutenções e serviços de limpeza insuficientes”, afirmou Clemente.

Para o diretor, o crescimento da demanda deve-se também ao maior número de novos empreendimentos e à consequente rotatividade de moradores e funcionários.

“Este cenário colabora para alimentar uma série de problemas, como a falta de cobrança dos inadimplentes, má utilização do orçamento aprovado e até mesmo funcionários fantasmas contratados por empresas terceirizadas”, completou. Outro fator, citado por ele, é o aumento da inadimplência e do número de ações, o que exige ainda mais apuro por parte do administrador.

A consultoria explicou que para entender melhor como funciona a auditoria, separam-se duas vertentes: a emergencial, também conhecida por punitiva ou apurativa, e a preventiva. A emergencial é mais conhecida, entretanto, é a mais cara devido à urgência.

Já a preventiva é mais indicada justamente para conjuntos habitacionais e comerciais. Com a constante movimentação de dinheiro e contas, aumenta a possibilidade de erros e omissões.

Clemente entende que todas estas situações acabam por lesar o condomínio. “Com uma verificação de contas, pode-se chegar ao responsável e até destituí-lo do cargo, além de acionar a justiça para ressarcimento dos prejuízos.

O auditor será capaz de apontar práticas como concessão de descontos indevidos, direcionamento de compras para determinados fornecedores, superfaturamento, criação de falsa demanda para compra de bens ou serviços, e desvios de recursos acobertados por documentos falsos”, explicou o sócio-diretor da BDO.

A empresa esclareceu que o trabalho do auditor pode ser feito mensalmente, conta a conta, junto com a emissão de um relatório, indicando possíveis irregularidades e recomendações para a correção. O papel da auditoria preventiva é sempre o de dar subsídios para o Conselho do Condomínio. Desta forma, é preparada uma pasta (organizada pelo síndico ou pela administradora), que deve ser encaminhada para a perícia dos auditores antes da aprovação das contas.

O custo de uma auditoria investigativa, em um conjunto com dois edifícios e cerca de cem apartamentos, custa em torno de R$ 10 mil por ano auditado. Já a auditoria permanente teria um custo mensal de R$ 1 mil para o mesmo tipo de empreendedor.



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